Especialistas em ensaios não destrutivos
Detectamos descontinuidades, medimos espessuras e avaliamos a integridade de um ativo sem tirá-lo de serviço nem alterá-lo. Com pessoal certificado, equipamento próprio e deslocamento para todo o país.
Os métodos que aplicamos
O método não se escolhe por preferência: ele é determinado pelo material, pelo tipo de descontinuidade que se busca e pela possibilidade de o ativo sair de serviço. Numa mesma inspeção combinam-se vários.
Sob quais normas trabalhamos
Um ensaio não destrutivo vale o que vale quem o executa e interpreta. A norma IRAM-ISO 9712 qualifica o inspetor por método e por nível, com revalidação periódica. Nosso pessoal é certificado sob esse esquema —explicamos aqui o que isso implica— e sob os da ASNT.
O critério de aceitação vem do código do ativo, não do ensaio. Um tanque de armazenamento é avaliado contra a API 653; uma solda de tubulação contra a API 1104; um vaso de pressão contra a ASME. O mesmo registro de ultrassom pode ser aceitável num caso e inaceitável em outro, e aí está a diferença entre medir e saber o que fazer com a medição.
Trabalhamos também sobre ativos de operadores internacionais, com procedimentos escritos e equipamento calibrado e verificado que deslocamos para todo o país. Todo ensaio termina em um laudo com as medições, o registro fotográfico e a assinatura do inspetor certificado.
Sua instalação precisa responder à Secretaria de Energia?
Como entidade inscrita no Registro de Entidades Auditoras, auditamos a segurança de superfícies sob a 404/94, a estanqueidade de tanques subterrâneos e os tanques aéreos sob a Resolução 277/2025.
Ver auditorias homologadasPerguntas frequentes sobre ensaios não destrutivos
O que é um ensaio não destrutivo?
É uma verificação que permite detectar descontinuidades, medir espessuras ou avaliar a integridade de um material sem cortá-lo, perfurá-lo nem alterar sua capacidade de serviço. O ativo é inspecionado e continua operando. Daí o nome: a peça fica como estava.
Qual método corresponde a cada caso?
É determinado pelo material, pela descontinuidade que se busca e por onde ela está. As partículas magnetizáveis e o líquido penetrante encontram defeitos na superfície; o ultrassom e o phased array os encontram dentro do material e ainda medem espessura; o escaneamento por MFL mapeia o piso de um tanque completo. O habitual é combinar vários numa mesma inspeção.
Por que o escaneamento por MFL é o primeiro passo de uma inspeção interna?
Porque mapeia todo o piso do tanque e entrega a espessura de cada chapa, mostrando onde está o problema antes de medir ponto por ponto. Sem esse mapa, a medição de espessuras é uma amostragem às cegas: pode-se passar ao lado da zona mais desgastada.
É preciso tirar o equipamento de serviço?
Em geral não, e essa é a vantagem do método. Os ensaios de superfície e a medição de espessuras são feitos com o ativo em operação. A inspeção interna de um tanque exige que ele esteja vazio e desgaseificado, porque o inspetor entra: nesse caso a coordenação é planejada junto com a parada.
Que certificação tem o pessoal?
IRAM-ISO 9712, que qualifica o inspetor por método e por nível, e certificações ASNT. Para tanques de armazenamento, além disso, inspetores com certificação API 653 emitida pelo American Petroleum Institute.
